22 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016

A britânica Rhian Lewis, do País de Gales, foi uma das primeiras pacientes a ter um chip implantado na retina e recuperar parte da visão no Hospital Oftalmológico John Radcliffe, em Oxford
Equador
Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a região de Esmeraldas, no Equador em 16 de abril, provocando a morte de 659 pessoas. Mais de 12 mil pessoas ficaram feridas, e 26 mil desabrigadas Leia mais em: http://zip.net/bntx6c 
Haiti
O Haiti foi o país mais afetado pela passagem do furacão Matthew, entre 28 de setembro e 10 de outubro. Também foram afetadas a Jamaica, Cuba, República Dominicana, Bahamas e parte da costa leste dos Estados Unidos. Os danos ainda não foram estipulados, e há registro de pelo menos mil mortes. Leia mais em: http://zip.net/bntx6c
Petrópolis (RJ)
Um deslizamento de solo e de rochas provocado pela chuva deixou dois mortos na região serrana do Rio de Janeiro em 14 de novembro
Leia mais em: http://zip.net/bvsGjf

A Autoridade de Embriologia e Fertilização Humana (HFEA) do Reino Unido concedeu pela primeira vez a um grupo de cientistas britânicos permissão para modificar geneticamente embriões humanos.

física e a astronomia, cientistas de vários países anunciaram nesta quinta-feira ter detectado de forma direta as ondas gravitacionais, ondulações do espaço-tempo que foram previstas por Albert Einstein em 1915. noticias.bol.

Cientistas conseguiram fazer com que macacos controlassem uma cadeira robótica usando apenas o "pensamento". O estudo é do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis e foi publicado na revista científica Scientific Reports, da Nature. noticias.bol

A Nasa anunciou a descoberta, pelo telescópio espacial Kepler, de 1.284 novos planetas fora do nosso sistema solar.Leia mais em: http://zip.net/bctgsm

Leia mais em: http://zip.net/bntx6c

O ano foi marcado pela brutalidade dos ataques do Estado Islâmico e suas ramificações. Houve ataques ligados ao grupo na Turquia, Burkina Faso, Bélgica, Estados Unidos, França, Iraque, Alemanha, Paquistão e Afeganistão. A organização Boko Haram também demonstrou sua crueldade ao assassinar dezenas de crianças na Nigéria. Reveja os ataques terroristas de 2016 noticias.bol.

Morreram David Bowie, aos 69 anos. Glenn Frey, guitarrista do Eagles, aos 67 anos. 63 anos o cantor sertanejo Chico Rey. 90 anos O francês Pierre Boulez, 67 anos O baterista Dale Griffin, Muhammad Ali, 

Olimpiadas do Rio de Janeiro 2016.

Impeachment da Dilma, Primeira mulher eleita à Presidência no Brasil, Dilma Rousseff teve seu impeachment aceito pela Câmara dos Deputados em 17 de abril, foi afastada provisoriamente do cargo pelo Senado em 12 de maio, e destituída pelos senadores em 31 de agosto. Os parlamentares, no entanto, mantiveram seu direito de ocupar a cargos públicos.
Lava Jato: A operação termina o ano a todo vapor com recorde de fases deflagrada (15 em 2016), prisões simbólicas (além de Cunha, João Santana, Gim Argello, Paulo Bernardo, Guido Mantega, Antonio Palocci) e condenações (Marcelo Odebrecht, José Dirceu, José Carlos Bumlai).
A Odebrecht fechou acordos de delação premiada de 77 executivos e integrantes da família.

Tragedia MARIANA Em março, os governos federal, de MG e ES assinaram acordo com a Samarco criando um fundo de R$ 20 bilhões para recuperar a Bacia do Rio Doce. Dois meses depois, o MPF pediu à Justiça que as empresas e os estados reparassem danos estimados em R$ 155 bilhões. Em dezembro, três promotores foram afastados da força-tarefa. Eles alegaram perseguição oglobo

http://fotos.estadao.com.br/galerias/cidades,retrospectiva-2016-65-fatos-que-marcaram-o-ano-no-brasil-e-no-mundo,29046













8 de junho de 2015

Entenda como os cavalos ajudaram na construção da história

Ele já serviu de correio e meio de transporte. Ajudou a erguer e a afundar exércitos. Hoje virou esporte de luxo. Saiba como, carregando o homem em seu lombo, o cavalo ajudou a construir civilizações

Bianca Nunes | 20/06/2012 15h27
A mitologia grega tem na imagem do centauro - metade homem, metade cavalo - um ser forte, inteligente e perigoso. Não era para menos. Deve ter sido aterrorizante para os gregos antigos, que nunca tinham visto uma pessoa montada naquele animal, enfrentar um bando de cavaleiros com arco e flecha invadindo seu território, saqueando riquezas e fugindo velozes. A figura do centauro provavelmente foi inspirada nos povos nômades da Ásia central, que começaram a atacar os assentamentos agrícolas no século 2 a.C. A destreza, a coordenação e a rapidez dos cavaleiros surpreenderam aquelas comunidades. Como era possível dominar um cavalo assim? Na verdade, o processo de domesticação foi demorado e não se sabe exatamente quando o homem começou a montar. Mas é certo que, a partir do momento em que isso aconteceu, surgiu uma nova forma de organização. Os cavalos passaram a ajudar na agricultura, a servir como meio de transporte e como armas de guerra, mudando a balança de poder entre as civilizações até a primeira metade do século 20 - quando as máquinas começaram a ser usadas nas batalhas. "Por meio do manejo do cavalo, o homem das estepes atingiu uma organização socioeconômica de grande sucesso. [...] Pastoreando os cavalos, os nômades administraram melhor os recursos disponíveis e evitaram as correrias desenfreadas que, frequentemente, terminavam com suas barrigas vazias", diz o pesquisador Bjarke Rink em Desvendando o Enigma do Centauro.
O cavalo existe há 55 milhões de anos. O gênero mais antigo de que se tem notícia é o Eohippus, que tinha a altura de um pônei e dedos nas patas. Há cerca de 3 milhões de anos surgiu a espécie Equus, ancestral do cavalo atual. Dotada de cascos, ela se espalhou por vários continentes. Uma das mais importantes características do cavalo - e que permitiu o sucesso de seu relacionamento com o homem - é que ele precisa de um líder. Sua capacidade, e mesmo vontade, de transferir lealdade determinou o reconhecimento do humano no lugar de outro equino como guia. E lá se foram juntos, homem e cavalo, rumo ao desenvolvimento das sociedades.

Entre as comunidades nômades que domesticaram o animal, os hunos se destacam. Eles podiam passar dias seguidos montados num cavalo. Até dormiam nas costas do animal, que servia de alimento, tração e transporte. O rei Átila devastou cidades inteiras, no século 5, com sua cavalaria.

Aos poucos, os demais povos aprenderam as habilidades equestres dos nômades. Ao conviver com o homem sedentário, o cavalo passou a ter outro papel, mais atrelado à vida econômica. As primeiras academias de equitação foram criadas na Idade Média, baseadas em técnicas violentas de conduta.

Invenções


"Todos os inventos europeus para economizar tempo foram inspirados no cavalo e na equitação, que acabaria lhe dando o domínio do mundo", escreveu Bjarke Rink. A nobreza do noroeste europeu foi responsável pela difusão do uso do cavalo numa rede de comunicação que depois se tranformaria nos correios. Até as calças foram inventadas para a equitação e depois adaptadas para o uso cotidiano. Nas cidades, os cavalos distribuíam todos os produtos agrícolas e manufaturados e ainda ofereciam locomoção para as viagens.

Quando a era das grandes navegações chegou, lá estavam eles. Para os nativos da América, os cavalos devem ter parecido monstros cruéis - o animal estava extinto na região. Os espanhóis tiraram vantagem disso e ajudaram a espalhar boatos de que os equinos eram bestas mágicas. Hernán Cortéz, que comandou a conquista do que é hoje o México, disse: "Próximo a Deus, devemos nossa vitória aos cavalos".

No Renascimento, Federico Grisone descobriu o que seria uma glória para a equitação clássica - e um alívio para os cavalos. Suas buscas em textos sobre os equinos renderam a descoberta do mais antigo texto sobre cavalaria, o Manual da Equitação, escrito pelo general grego Xenofonte, em 400 a.C. A obra, que tinha ficado desaparecida por 1 800 anos, oferece uma abordagem mais branda para o adestramento, sugerindo paciência e racionalidade no tratamento dos animais.

Os séculos 18 e 19 foram marcados por batalhas ferozes. O poder equestre de uma nação era decisivo. Montado, o guerreiro ficava maior, mais rápido e forte. "O papel mais importante de um cavalo numa batalha era fazer parte da cavalaria de frente. Essa operação, com centenas de milhares de cavalos emparelhados atacando o inimigo, era uma das mais apavorantes e temidas ações da história militar. Mil cavalos se movendo a 50 km/h é muito intimidador - além de fazer a terra tremer de verdade", afirma Louis DiMarco, autor de War Horse - The History of the Military Horse and Rider ("Cavalo de guerra, a história do cavalo militar e do cavaleiro", inédito no Brasil). A derrota de Napoleão em Waterloo (1815) foi um verdadeiro enfrentamento equestre. O general foi para o exílio e seu cavalo, Marengo, acabou incorporado às tropas britânicas.

Nos séculos 19 e início do 20, o mundo estava bem diferente. Mas, cada vez mais, o homem dependia do cavalo. As cidades modernas estavam cheias deles. Nos anos 1800, já havia congestionamentos nas ruas de Londres. A Revolução Industrial não poupou os animais. "No século 19, o ‘horse power’ fazia sozinho o que a energia elétrica, o petróleo e o biodiesel somados fariam no século 20", diz Rink. Em 1870, cerca de 300 patentes foram registradas nos Estados Unidos para maquinários que utilizavam cavalos. "Alguns usos eram bem exóticos. Por exemplo, em Nova York, existiam ferry-boats movidos a cavalos que giravam as rodas", afirma Clay McShane, autor de The Horse in the City: Living Machines in the Nineteenth Century ("O cavalo na cidade: máquinas vivas no século 19", inédito em português). Em 1900, 130 mil cavalos trabalhavam em Manhattan (mais de dez vezes o número de táxis nas ruas da metrópole, hoje).

O excesso de estrume, urina e carcaças causava sérios problemas. "No pico do uso, Nova York tinha um cavalo para cada 26 pessoas. Se fosse a São Paulo atual, seriam necessários 428 mil cavalos para a cidade funcionar", diz Clay McShane.
Logo que os carros chegaram, era difícil acreditar que o animal seria substituído. Mesmo nos anos 1940. "Ninguém imaginava que tantos avanços tecnológicos em energia e transporte pudessem torná-lo dispensável", afirma Rink. Mas foi o que aconteceu. Hoje os cavalos estão praticamente restritos às zonas rurais e centros esportivos. No entanto, cresce seu uso em tratamentos terapêuticos e como ferramenta educacional para treinar liderança, por exemplo. O fato é que o cavalo já provou seu valor na Terra. E ainda faz isso, todos os dias.


Jogos equestres

Primeiro registro é de 644 a.C.
 



Os esportes com cavalos são quase tão antigos quanto sua domesticação. A corrida foi a primeira competição equestre de que se tem notícia, em 644 a.C., na 31ª Olimpíada de Atenas. O poeta grego Homero descreveu na Ilíada as regras para esse jogo, dizendo que o primeiro prêmio seria uma mulher "versada nas prendas domésticas". Depois vieram o polo (de origem oriental), as justas, que imitavam guerras com equipes de laçadores, e o enduro, que simulava as grandes cavalgadas realizadas pelos mensageiros. Até hoje, no Afeganistão, se pratica um jogo criado pelos súditos de Átila, rei dos hunos. No Buz Kashi, 300 cavaleiros tentam agarrar um bezerro. O salto derivou da caça às raposas e foi oficializado como uma competição de obstáculos de altura em 1865, na Irlanda. Muitos reis praticaram esportes com cavalos e por muitos anos essas competições foram "assuntos da nobreza". Ainda hoje pode-se dizer que os esportes equestres exigem uma boa condição financeira. É custoso adquirir e manter um cavalo. Alguns garanhões reprodutores ou campeões mundiais podem valer dezenas de milhões de dólares.

Saiba mais


LIVROS

Desvendando o Enigma do Centauro, Bjarke Rink, Equus Brasil, 2008

O relato do pesquisador dinamarquês radicado no Brasil mostra como o cavalo ajudou o homem a fazer história.

A Psique do Cavalo, R.H. Smythe, Varela, 1990
O livro explora o lado mental do animal, mas também aborda sua relação com o homem.

27 de agosto de 2014

Como a primeira exumação de Dom Pedro I e suas mulheres muda a História

Como a primeira exumação de Dom Pedro I e suas mulheres muda a História

 

 

A arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel abriu os caixões e examinou os restos mortais do imperador, de Dona Leopoldina e de Dona Amélia. Entenda o que ela descobriu
As mãos ainda bem conservadas de Dona Amélia, segunda mulher de Dom Pedro I (Foto: Valter Diogo Muniz/Divulgação)
Dois séculos depois, os restos mortais de Dom Pedro I e de suas duas mulheres, Dona Leopoldina e Dona Amélia, foram pela primeira vez exumados para estudo. Realizados em sigilo entre fevereiro e setembro de 2012 pela historiadora e arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, os estudos revelam fatos até então desconhecidos da família imperial brasileira e compõem um retrato jamais visto dos personagens históricos, cujos corpos estão na cripta do Parque da Independência, na cidade de São Paulo, desde 1972.
Após removerem os tampões de granito de 400 quilos que cobriam os caixões de Dom Pedro I e de Dona Leopoldina, e aberto o nicho de parede de Dona Amélia, os pesquisadores fizeram uma lista minuciosa do que havia dentro de cada urna. Encontraram medalhas e insígnias de ordens de Portugal, joias de surpreendente baixa qualidade e até cartões de visita deixados por gente que acompanhou os traslados até o Ipiranga.

Os corpos passaram por diversos exames na Faculdade de Medicina da USP (Foto: Valter Diogo Muniz/Divulgação)

Ao longo de três madrugadas, os restos mortais da família imperial foram ainda transportados à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), para passarem por sessões de tomografias e ressonância magnética. Pela primeira vez, o maior complexo hospitalar do Brasil foi usado para pesquisar personagens históricos. Dom Pedro I, Dona Leopoldina e Dona Amélia foram transformados em ilustres pacientes, com fichas cadastrais, equipe médica e direito à bateria de exames.
Os resultados de toda essa pesquisa foram divulgados nesta segunda-feira (18), durante a defesa do mestrado de Valdirene, no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP).
Dom Pedro I
Foi descoberto que a roupa militar com que Dom Pedro I foi enterrado, uma túnica provavelmente marrom e calça branca, tinha 54 botões ao todo, a maioria de metal, com brasão da coroa portuguesa em alto relevo. Ele usava botas, que entraram quase completamente em decomposição por causa da umidade. Restaram apenas dois saltos de couro e duas esporas de metal. Havia também botões feitos de osso, usados na época principalmente em cuecas.
A partir dos exames realizados na USP, descobriu-se ainda que, ao longo de sua vida, Dom Pedro I fraturou quatro costelas, todas do lado esquerdo, fato que praticamente inutilizou um de seus pulmões e pode ter ajudado a piorar a tuberculose que o matou aos 36 anos de idade, em 1834. Os ferimentos constatados foram resultado de dois acidentes a cavalo (queda e quebra de carruagem), em 1823 e 1829, ambos no Rio de Janeiro.

Os restos mortais de Dom Pedro I, morto em 1834 (Foto: Valter Diogo Muniz/Divulgação)
Mas o que deixou os cientistas mais surpresos foi o fato de não haver nenhuma comenda de ordens brasileiras entre as insígnias com que o imperador foi enterrado. "Esperava pelo menos a Ordem da Rosa, criada pelo próprio Dom Pedro I aqui no Brasil, para homenagear Dona Amélia. Foi uma pequena decepção", diz Valdirene. A única menção ao período que governou o país foi uma expressão gravada na tampa do caixão: “Primeiro Imperador do Brasil”.  
Dona Leopoldina
A pesquisa arqueológica revelou que a imperatriz Leopoldina foi enterrada exatamente com a mesma roupa que vestiu na coroação do marido, Dom Pedro I, em 1822, até mesmo com a faixa de imperatriz do Brasil. A informação foi obtida ao comparar as tomografias realizadas no Hospital das Clínicas com um retrato da imperatriz de 1826. O exame mostrou ornamentos idênticos aos da pintura. "O tomógrafo fatiou a imagem para que só aparecesse o bordado com fios de ouro e prata. Comparando com o retrato, entendemos que era a ‘carteira de identidade’ de Leopoldina", afirma o diretor do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) Carlos Augusto Pasqualucci.  
Os restos mortais de Dona Leopoldina, primeira mulher de Dom Pedro I (Foto: Valter Diogo Muniz/Divulgação)
O estudo também desmente a versão histórica – já quase tratada como "lenda" – de que Leopoldina teria caído ou sido derrubada por Dom Pedro de uma escada no palácio da Quinta da Boa Vista, então residência da família real. Segundo a versão, propalada por alguns historiadores, ela teria fraturado o fêmur. Nas análises no Instituto de Radiologia da USP, porém, não foi constatada nenhuma fratura nos ossos da imperatriz.
Dona Amélia
No caso da segunda mulher de Dom Pedro I, Dona Amélia de Leuchtenberg, a descoberta mais surpreendente veio antes ainda de que fosse levada ao hospital: ao abrir o caixão, a arqueóloga descobriu que a imperatriz está mumificada, fato que até hoje era desconhecido em sua biografia. O corpo da imperatriz, embora enegrecido, está preservado, inclusive cabelos, unhas e cílios. Entre as mãos de pele intacta, ela segura um crucifixo de madeira e metal.

Os restos mortais de Dona Amélia, mumificado em 1873, dias após sua morte (Foto: Valter Diogo Muniz/Divulgação)
Em meio ao material histórico, houve espaço para curiosidades mais recentes: dentro do caixão do imperador foram colocados 24 cartões de visita, de militares, dentistas, diplomatas, brasileiros e portugueses. "Foram colocados no traslado dos restos do imperador ao Brasil, em 1972. É gente que gostaria de ser ‘lembrada’, mas não vamos divulgar os nomes", diz a pesquisadora.   
Exposição
As medalhas, botões e fragmentos de vestes recolhidos dos caixões do imperador e de suas mulheres, que agora fazem parte do acervo do Departamento de Patrimônio Histórico da capital, devem ser expostos ao público em breve. A Secretaria Municipal de Cultura afirmou que há intenção de expor as peças em vitrines blindadas dentro do próprio Monumento à Independência. Ainda não há data prevista para a exposição.
A pesquisa será ainda transformada em documentário. Cerca de 800 horas de imagens foram produzidas pelo cinegrafista Valter Muniz, que está em fase de captação de patrocínios.

FONTE: http://revistaepoca.globo.com/Ciencia-e-tecnologia/noticia/2013/02/por-que-primeira-exumacao-de-dom-pedro-i-e-suas-mulheres-muda-historia.html

28 de maio de 2014

Troca o Disco, Chess Records

Mais uma indicação de Podcast, o Troca o Disco, um pod sobre musica, nessa edição sobre as origens dos Rock and Roll, falando sobre a gravadora que lançou grandes nomes do Pai do Rock, o Blues.



Também no embalo a dica do Filme de mesmo tema, CADILAC RECORDs, citado no pod também que é um ótimo filme, eu diria imperdível se você gosta de música e imperdoavel não ver se você gosta de ROCK.


http://trocaodisco.com.br/2014/02/troca-o-disco-23-o-blues-da-chess-records.html

E de quebra aprende com o Leonard Chess a como não ser racista.


Discos lançados:

1950s[editar | editar código-fonte]

    1960s[editar | editar código-fonte]

    5 de maio de 2014

    Terra bola de neve aos Dinossauros

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    Ficam duas indicações muito boas de um otimo podcast, Na Porteira Cast.
    Sobre a Era do Gelo, e Caminhando com os Dinossauros, ambos explorando o planeta antigo, com boas informações e com a participação de Geólogo e Paleontólogo. Abordando um visão do que aconteceu aqui no Brasil e não somente no Norte, como nos documentários que circulam sobre os temas, vale a pena ouvir, vai ganhar um Copo de cultura.

    Caminhando com os Dinos: 21
    http://naporteiracast.com.br/npc-21-caminhando-com-os-dinossauros/

    A Era do Gelo: 28
    http://naporteiracast.com.br/npc-28-a-verdadeira-era-do-gelo/
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